terça-feira, 27 de outubro de 2009

Minha primeira vez no chiqunho!!

Lembro do meu primeiro dia de aula
na escola sao francisco de assis em meados 96 faziam algumas semana que havia deixado minha vida no interior,lá deixei garndes amigos e estava um tanto receoso se iria me dar bem na capital,ainda tinha aquela bobice de piá do interior nossa como eu era ingenuo e sem maldade,a capital me ensinou muita coisa,mas continuando,lembro que era manha estabva me preparando para almoçar,quando fui pego de supetão inopinadamente,assim de pronto,meu velho chegou e disse: te arruma que tu tem aula,o que?? nao entendi nada,eu mas perae eu vou amanha,não meu velho foi incisivo,ja havia feito minha matricula naquela manha bem cedo e me preparado aquela arapuca,entao eu totalmente surpreso tive que me acostumar com a ideia e me arrumar e enfrentar o primeiro dia de escola na capital,cheguei no meio do ano, a turma toda ja formada e eu o "intruso" nossa,no inicio foi bem dificil me adaptar,eu era muito timido,me senti totalmente acoado quando adentrei na sala,observei bem meus colegas,vi em alguns futuras amizades,lembro do diogo com a camisa do Gremio,o rodrigo com cabelo comprido,o daniel vulgo "macaco"esse pensei na hora ih!!vou me encomodar com esse loco!!huahauhaua,tinha o enéias bem lmebrado pelo rodrigo na visao dele dessa história,sujeito muito legal bem espontâneo e nao media as palavras,me senti mais avontade com eles,o eneias,esse apelido ja era comico ele eo rod foram osprimeiros com quem troquei as primeiras palavras,provavelmente foram eles quem puxaram conversa comigo eu,estava travado pela minha timidez,os cars eram muito engraçados o rod e o enéias faziam uns desenhos uns quadrinhos muito legais bem criativos,lembrod e um trabalho que a gente fez sobre musica,nao sei se o rod vai recordar,a gente citou elvis ja curtiamos rock é obvio!!hehehe,os dias foram passando os amigos aumentando,e no ano de 97 o rod me apresentou uns caras que seriam dali pra frente tb meus melhores amigos,aos poucos fomos construindo uma grande amizade hoje tenho eles assim como o rodrigo como irmaos mesmo,o luis geraldo vulgo 'joe' e o luis gustavo "colorado da turma"ganhei mais irmaos,e depois fomos aumentando ainda mais essa turma,com mais um irmao meu alem do Dani entrou o micha jaspion e o irmao do lui e o gustavo o gabriel na real somos todos irmaos,Cara nos somos os melhores,me divirto muito com esses caras verdadeiros brothers,e rod sou Grato ate hoje pelos cds da legiao que tu me emprestaste naquele final de aula de meados de 97 uma banda pode nao mudar o mundo,mas a legião urbana mudou o meu mundo, o dois ,o que pais e este,impagaveis momentos meus quinze anos tiveram essa trilha sonora!!hehehe valeu rod,um abraço meus caros amigos em breve mais histórias,ta faltando o depoimento do Lui e do gusta,nao quero ver ninguem acanhado aqui!!!hehehe

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Anos 90: good times bad times.

Ouso dizer que os anos 90 foram os melhores da minha vida. As melhores lembranças são as que estão entorpecidas e acomodadas na minha mente inquieta. Lendo o post de Daniel, toda aquela história do kichute... Tive alguns flashbacks que me trouxeram à cabeça todas pessoas e coisas que fizeram parte daqueles tempos, aos quais me reportam com tanto romantismo. Na verdade, nem tudo foi bonito. O peso de alguns acontecimentos não digo que foram insuperáveis, mas marcaram a fundo, deixando algumas marcas seja no comportamento ou na maneira de pensar ou ver a vida como um todo, não como bloquinhos fragmentadas, o que nos ensina tola e insanamente o o século XXI.

Gosto das grandes lembranças. No meu post anterior, contei como foi meu primeiro contato com este irmão mais novo que eu tenho: o Danilo. Hoje, escrevo para falar sobre dois caras não menos maravilhosos e importantes na minha vida: o Gustavo e o Luizinho.

Como no post anterior: O ano era 1993. Meu primeiro ano na escola, o Chiquinho. Tudo muito novo, uma gurizada mais velha, um colégio grande, diferente do que eu estudara anteriormente (o já não mais inexistente Barão de Santo Ângelo). Eu havia recém chegado da quarta série e fui posto numa turma 52. Eu conhecia somente um cara na turma, o Vandinho. Era um amigo da rua onde morávamos, mas não tínhamos grandes afinidades na verdade. Fazíamos companhia um ao outro na escola porque ali éramos novos, e, assim, a ambos era mais conveniente. Passados alguns meses, eu já estava entrosado.

Lembro bem: Havia três caras na sala que eram os "piores": Luciano, conhecido como "loirinha", o Jorge e o Gustavo (que na época era conhecido como "cheira-cu"). Lembro que me dava bem com esses caras, meio à distância, mas tínhamos uma boa convivência. Eles eram mais velhos, exerciam liderança na turma, eram os sacerdotes da 52. Gustavo era um guri magro, cabelo liso, tez meio morena, olhos, como se diz..., meio farol. Ele tinha um sorriso aparentemente maldoso, traquina mesmo! Nesse ano, a bem da verdade, tivemos poucos contatos na escola. Conhecia-o da rua, porque morávamos a uma distância de uns 3 quarteirões, na mesma rua. Ele tinha um irmão mais velho, o "Joe". O Joe vivia em companhia do Christian (louco, cocô, doente, ladrão de avião e outros apelidos...), que, assim como Joe, era um cara muito camarada (me falta um termo para qualificá-los melhor...). Desenhava de graça pra gurizada toda do bairro. Os dois eram mais velhos. (Eu tinha 11 anos. O Joe e o Christian deviam ter uns 15, 16 anos...) A gurizada sempre se espelha nos caras mais velhos em tudo, e isso é atemporal, acontece até hoje.

Os guris, Gustavo e Joe, saíram da escola. Perdemos o contatos. Encontrávamos às vezes pela rua...

No primeiro dia de aula de 1997, estava muito satisfeito. Sabia que encontraria toda a turma, o Nilo, com certeza. Isso era ótimo! Ficamos reunidos embaixo de uma árvore que há na frente da escola, no canteiro central. Pouco a pouco, ia chegando um com o cabelo diferente, outro com a voz um pouco mais grossa que no anos anterior, todos se aglomerando naquele momento de confraternização para mais um ano letivo. De repente, ao longe, avisto, uns quatro anos mais tarde, Gustavo e o Geraldo, como passei a chamá-lo naquele ano. Naquele momento, senti grande contentamento e fiquei eufórico, porque já os conhecia e sabia que formaríamos uma gangue ali ou qualquer coisa que fosse. Sem dúvidas tivemos grandes momentos em 97 na escola. Lembro que o Geraldo sentava próximo à porta e eu logo atrás, na velha e eterna disposição de um olhando a nuca do outro.

Haverá momentos em que vamos contar histórias dessa épocas, desde os grenais até as cartinhas que mandávamos em nome de outros.


quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Kichutes de verão

Na contra paz dos meus pés, em jogar uma bola redonda, usando um kichute. Seria essênical amaciá-lo, que era uma tarefa nada fácil, até porque, tinha pouca flexiblilidade na couraça, e levando-se em conta isso, o indivíduo tinha que ter muita destreza em acertar a goleira, quando isso era realizado, eu me sentia um maestro, uma proeza para poucos, agora por outro lado, referindo-se a marcação, o danado do kichute fazia seu papel, pense só um instante, as garras que ele tinha em baixo eram como se fosse um serrote, afinal, cada um fazia dele um uso muito peculiar. Sair de sua monotonia, era algo fundamental, uns usavam as cordas nas caneleiras, outros por sua vez, tiravam a lingueta para fora, e amaravam as cordas, passando por de baixo dele, enfim, cada um tirava o melhor e o máximo de seu design, embora, aqueles mais ortodoxos deixavam uma amarra comum sem muita firula.
falando de sua grande protuberância frontal, era uma arma fatal, em uma eventual briga futebolistica. Após o jogo, e em paz com o pessoal, também por ter jogado de kichute, eu recebia a glória da turma, que respeitava o sujeito em jogar com ele. provavelmente, ficavam pensando, como aquele chinelão de kichute joga muito, imagina, se ele joga-se com um tênis mais adequado.
O kichute era cruel com os pés, mas como eu disse no começo, era essêncial para meu futebol. Graças ao kichute, que me promoveu um difícil caminhada, mas bendito-o seja!, pois sem ele, eu não seria notado, e não teria feito muitos amigos nas peladas dos finais de semana.
As marcas passam, mas nunca esvai-se as lembranças de um dia de redenção, usando um kichute.

Amigos e brinquedos !!!

Com a proximidade dos dia das crianças me veem a mente Momentos de Pura Nostalgia,e se compararmos com os dias atuais quanta diferença,as crianças hoje não brincam na rua,os jogos de tabuleiro ficaram para trás,os bonecos articulados,
os desenhos e as séries infantis parecem ter perdido sentido,parecem não caber mais nas atençoes dos pequenos,trancados em casa computadores substituindo tudo,reflexos do atual momento,sinto por aqueles que crescem sem infância,sem seus lúdicos brinquedos,sem aquele bem mais precioso chamado inocência.
Tive Sorte Cresci numa época sem esse fantasma da violência e crueldade,Lembro que aos cinco anos eu dava voltas na quadra montado em minha motoca de plastico,as vezes levava até minha prima junto na carona nos divertiamos tanto, eu meu irmao nossos amigos de vizinhança,fazer algo do tipo hoje sem a presença dos pais seria muita irresponsabilidade,como as coisas mudam em pouco tempo.
eu digo que foram momentos mágicos onde a imaginação guiava nossos enredos fantasiosos.relembro a sensação de ganhar um brinquedo,é quase indescritivel,talvez se tivessem me perguntado isso naquela epoca eu saberia dizer hoje nao tenho palavras para descrever tal alegria,ter diante dos seus olhos infantis algo que você era como se fosse o santo graal o verdadeiro sentido da vida,não er preciso muito pra ser feliz,não fui o tipo de criança que teve tudo que quis,teve momentos que até invejei alguns coleguinhas por terem brinquedos que eu não tinha,mas isso faz, parte em contrapartida de que adiantam brinquedos caros e brincar sozinho? Eu tive sortede crescer numa familia grande, ter sempre a companhia do meu irmao,meus primos e primas,deposi vieram meus irmao menores,considero isso tambem algo de Grande sorte ter acompanhado o crescimento deles e partilhar de algumas brincadeiras juntos.
Caros ou não simples ou não,isso não importa para mim meus brinquedos foram os melhores,lembro com saudade da minha mascara do change Dragon,do meu thundercat lion,do meu sargento de comandos em ação,do aquaplay,meu pequenino amigo playmobyll,dos torneios de futebol de botão com meu irmao,disputas acirradas grandes classicos!!!hehehe,minha coleção do star wars que ganhei no natal de 88,dos discos da turma da mônica,das aventuras pelo pátio e pelos comôdos da casa,meu lango-lango azul,minha motoca,das coleçoes de figurinhas,meus cinco anos foram incríveis o interessante nisso tudo é que crescemos no mesmo bairro,meus fíes amigos companheiros tambem aqui no blog,moravámos todos na santana,infelizmente nao nos conhecemos nessa época,mas dividiamos a mesma atmosfera respiravamos aquele mesmo ar de fantasia,e alegria que faziam do nosso bairro um lugar mais do que especial um lugar mágico em nossas lembranças!!! fico muito feliz de partilhar essas doces recordaçoes com voces meus amigos!!dedico a vcs esses meu primeiro post!um abração seus loko!!!hehehe

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Post #1.

Este é o primeiro post de um blog de muitas lembranças agradáveis do clube do 5. Não vou me estender muito. O título do post, na verdade, é:

Minha primeira vez com Nilo:

O ano era 1996. Primeiro dia de aula daquele ano. Havia cinco filas de classes numa disposição clássica: um aluno olhando a nuca do outro. Edgar (vulgo Enéas) e eu sentávamos na fila do meio. Ele na primeira classe, adjunta ao quadro, e eu logo atrás. Éramos verdadeiros demônios, encapetados mesmo. Eu, precedido na escola de má fama, precisava por termos aos meus impulsos de pré-adolescente e conter minha rebeldia, que era muito vísceral. O Enéas não era muito diferente. Adorava desenhar bobagens, arremeçar estojos, arranjar briga com os mais velhos. Hoje, passados quase quatorze anos, acredito que ele era pior do que eu nas atitudes, talvez. Nós nos dávamos bem, em resumo.

Voltando à fila do meio, na terceira classe, logo atrás de mim, sentava um menino que parecia um pouco mais jovem que eu, de tez bem clara, cabelos negros e olhos curiosos e desconfiados. Não o conhecia até então. Era novo na escola (pelo menos pra mim!). Tentei ter um primeiro contato com esse cara, pegando uma borracha emprestada num impulso. Ele puxou o estojo e me olhou de soslaio, desaprovando nitidamente meu ímpeto nervoso.

Não tenho certeza se ele emprestou a borracha. Acredito que sim. Mas desse momento em diante nos tornamos, num primeiro momento, companheiros inseparáveis de escola. Mais tarde, continuamos consolidando essa amizade que se estende e se fortifica através do tempo. Ao Nilo, emprestei (alguns dias após a morte de Renato Russo) o primeiro disco da Legião Urbana que comprei, o qual ele gravou numa velha k7. Em retribuição, alguns anos mais tarde, ele me ensinou que rock n' roll (assim como a vida) é também peso e acidez.

De fato, quando olho para 1996, o meu "ano da virada" (porque muita coisa mudou na minha vida dali em diante), lembro desse cara que representou um ponto de equilíbrio, o primeiro maluco realmente genial, diferenciado, que conheci.