Na contra paz dos meus pés, em jogar uma bola redonda, usando um kichute. Seria essênical amaciá-lo, que era uma tarefa nada fácil, até porque, tinha pouca flexiblilidade na couraça, e levando-se em conta isso, o indivíduo tinha que ter muita destreza em acertar a goleira, quando isso era realizado, eu me sentia um maestro, uma proeza para poucos, agora por outro lado, referindo-se a marcação, o danado do kichute fazia seu papel, pense só um instante, as garras que ele tinha em baixo eram como se fosse um serrote, afinal, cada um fazia dele um uso muito peculiar. Sair de sua monotonia, era algo fundamental, uns usavam as cordas nas caneleiras, outros por sua vez, tiravam a lingueta para fora, e amaravam as cordas, passando por de baixo dele, enfim, cada um tirava o melhor e o máximo de seu design, embora, aqueles mais ortodoxos deixavam uma amarra comum sem muita firula.
falando de sua grande protuberância frontal, era uma arma fatal, em uma eventual briga futebolistica. Após o jogo, e em paz com o pessoal, também por ter jogado de kichute, eu recebia a glória da turma, que respeitava o sujeito em jogar com ele. provavelmente, ficavam pensando, como aquele chinelão de kichute joga muito, imagina, se ele joga-se com um tênis mais adequado.
O kichute era cruel com os pés, mas como eu disse no começo, era essêncial para meu futebol. Graças ao kichute, que me promoveu um difícil caminhada, mas bendito-o seja!, pois sem ele, eu não seria notado, e não teria feito muitos amigos nas peladas dos finais de semana.
As marcas passam, mas nunca esvai-se as lembranças de um dia de redenção, usando um kichute.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Amigos e brinquedos !!!
Com a proximidade dos dia das crianças me veem a mente Momentos de Pura Nostalgia,e se compararmos com os dias atuais quanta diferença,as crianças hoje não brincam na rua,os jogos de tabuleiro ficaram para trás,os bonecos articulados,
os desenhos e as séries infantis parecem ter perdido sentido,parecem não caber mais nas atençoes dos pequenos,trancados em casa computadores substituindo tudo,reflexos do atual momento,sinto por aqueles que crescem sem infância,sem seus lúdicos brinquedos,sem aquele bem mais precioso chamado inocência.
Tive Sorte Cresci numa época sem esse fantasma da violência e crueldade,Lembro que aos cinco anos eu dava voltas na quadra montado em minha motoca de plastico,as vezes levava até minha prima junto na carona nos divertiamos tanto, eu meu irmao nossos amigos de vizinhança,fazer algo do tipo hoje sem a presença dos pais seria muita irresponsabilidade,como as coisas mudam em pouco tempo.
eu digo que foram momentos mágicos onde a imaginação guiava nossos enredos fantasiosos.relembro a sensação de ganhar um brinquedo,é quase indescritivel,talvez se tivessem me perguntado isso naquela epoca eu saberia dizer hoje nao tenho palavras para descrever tal alegria,ter diante dos seus olhos infantis algo que você era como se fosse o santo graal o verdadeiro sentido da vida,não er preciso muito pra ser feliz,não fui o tipo de criança que teve tudo que quis,teve momentos que até invejei alguns coleguinhas por terem brinquedos que eu não tinha,mas isso faz, parte em contrapartida de que adiantam brinquedos caros e brincar sozinho? Eu tive sortede crescer numa familia grande, ter sempre a companhia do meu irmao,meus primos e primas,deposi vieram meus irmao menores,considero isso tambem algo de Grande sorte ter acompanhado o crescimento deles e partilhar de algumas brincadeiras juntos.
Caros ou não simples ou não,isso não importa para mim meus brinquedos foram os melhores,lembro com saudade da minha mascara do change Dragon,do meu thundercat lion,do meu sargento de comandos em ação,do aquaplay,meu pequenino amigo playmobyll,dos torneios de futebol de botão com meu irmao,disputas acirradas grandes classicos!!!hehehe,minha coleção do star wars que ganhei no natal de 88,dos discos da turma da mônica,das aventuras pelo pátio e pelos comôdos da casa,meu lango-lango azul,minha motoca,das coleçoes de figurinhas,meus cinco anos foram incríveis o interessante nisso tudo é que crescemos no mesmo bairro,meus fíes amigos companheiros tambem aqui no blog,moravámos todos na santana,infelizmente nao nos conhecemos nessa época,mas dividiamos a mesma atmosfera respiravamos aquele mesmo ar de fantasia,e alegria que faziam do nosso bairro um lugar mais do que especial um lugar mágico em nossas lembranças!!! fico muito feliz de partilhar essas doces recordaçoes com voces meus amigos!!dedico a vcs esses meu primeiro post!um abração seus loko!!!hehehe
os desenhos e as séries infantis parecem ter perdido sentido,parecem não caber mais nas atençoes dos pequenos,trancados em casa computadores substituindo tudo,reflexos do atual momento,sinto por aqueles que crescem sem infância,sem seus lúdicos brinquedos,sem aquele bem mais precioso chamado inocência.
Tive Sorte Cresci numa época sem esse fantasma da violência e crueldade,Lembro que aos cinco anos eu dava voltas na quadra montado em minha motoca de plastico,as vezes levava até minha prima junto na carona nos divertiamos tanto, eu meu irmao nossos amigos de vizinhança,fazer algo do tipo hoje sem a presença dos pais seria muita irresponsabilidade,como as coisas mudam em pouco tempo.
eu digo que foram momentos mágicos onde a imaginação guiava nossos enredos fantasiosos.relembro a sensação de ganhar um brinquedo,é quase indescritivel,talvez se tivessem me perguntado isso naquela epoca eu saberia dizer hoje nao tenho palavras para descrever tal alegria,ter diante dos seus olhos infantis algo que você era como se fosse o santo graal o verdadeiro sentido da vida,não er preciso muito pra ser feliz,não fui o tipo de criança que teve tudo que quis,teve momentos que até invejei alguns coleguinhas por terem brinquedos que eu não tinha,mas isso faz, parte em contrapartida de que adiantam brinquedos caros e brincar sozinho? Eu tive sortede crescer numa familia grande, ter sempre a companhia do meu irmao,meus primos e primas,deposi vieram meus irmao menores,considero isso tambem algo de Grande sorte ter acompanhado o crescimento deles e partilhar de algumas brincadeiras juntos.
Caros ou não simples ou não,isso não importa para mim meus brinquedos foram os melhores,lembro com saudade da minha mascara do change Dragon,do meu thundercat lion,do meu sargento de comandos em ação,do aquaplay,meu pequenino amigo playmobyll,dos torneios de futebol de botão com meu irmao,disputas acirradas grandes classicos!!!hehehe,minha coleção do star wars que ganhei no natal de 88,dos discos da turma da mônica,das aventuras pelo pátio e pelos comôdos da casa,meu lango-lango azul,minha motoca,das coleçoes de figurinhas,meus cinco anos foram incríveis o interessante nisso tudo é que crescemos no mesmo bairro,meus fíes amigos companheiros tambem aqui no blog,moravámos todos na santana,infelizmente nao nos conhecemos nessa época,mas dividiamos a mesma atmosfera respiravamos aquele mesmo ar de fantasia,e alegria que faziam do nosso bairro um lugar mais do que especial um lugar mágico em nossas lembranças!!! fico muito feliz de partilhar essas doces recordaçoes com voces meus amigos!!dedico a vcs esses meu primeiro post!um abração seus loko!!!hehehe
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Post #1.
Este é o primeiro post de um blog de muitas lembranças agradáveis do clube do 5. Não vou me estender muito. O título do post, na verdade, é:
Minha primeira vez com Nilo:
O ano era 1996. Primeiro dia de aula daquele ano. Havia cinco filas de classes numa disposição clássica: um aluno olhando a nuca do outro. Edgar (vulgo Enéas) e eu sentávamos na fila do meio. Ele na primeira classe, adjunta ao quadro, e eu logo atrás. Éramos verdadeiros demônios, encapetados mesmo. Eu, precedido na escola de má fama, precisava por termos aos meus impulsos de pré-adolescente e conter minha rebeldia, que era muito vísceral. O Enéas não era muito diferente. Adorava desenhar bobagens, arremeçar estojos, arranjar briga com os mais velhos. Hoje, passados quase quatorze anos, acredito que ele era pior do que eu nas atitudes, talvez. Nós nos dávamos bem, em resumo.
Voltando à fila do meio, na terceira classe, logo atrás de mim, sentava um menino que parecia um pouco mais jovem que eu, de tez bem clara, cabelos negros e olhos curiosos e desconfiados. Não o conhecia até então. Era novo na escola (pelo menos pra mim!). Tentei ter um primeiro contato com esse cara, pegando uma borracha emprestada num impulso. Ele puxou o estojo e me olhou de soslaio, desaprovando nitidamente meu ímpeto nervoso.
Não tenho certeza se ele emprestou a borracha. Acredito que sim. Mas desse momento em diante nos tornamos, num primeiro momento, companheiros inseparáveis de escola. Mais tarde, continuamos consolidando essa amizade que se estende e se fortifica através do tempo. Ao Nilo, emprestei (alguns dias após a morte de Renato Russo) o primeiro disco da Legião Urbana que comprei, o qual ele gravou numa velha k7. Em retribuição, alguns anos mais tarde, ele me ensinou que rock n' roll (assim como a vida) é também peso e acidez.
De fato, quando olho para 1996, o meu "ano da virada" (porque muita coisa mudou na minha vida dali em diante), lembro desse cara que representou um ponto de equilíbrio, o primeiro maluco realmente genial, diferenciado, que conheci.
O ano era 1996. Primeiro dia de aula daquele ano. Havia cinco filas de classes numa disposição clássica: um aluno olhando a nuca do outro. Edgar (vulgo Enéas) e eu sentávamos na fila do meio. Ele na primeira classe, adjunta ao quadro, e eu logo atrás. Éramos verdadeiros demônios, encapetados mesmo. Eu, precedido na escola de má fama, precisava por termos aos meus impulsos de pré-adolescente e conter minha rebeldia, que era muito vísceral. O Enéas não era muito diferente. Adorava desenhar bobagens, arremeçar estojos, arranjar briga com os mais velhos. Hoje, passados quase quatorze anos, acredito que ele era pior do que eu nas atitudes, talvez. Nós nos dávamos bem, em resumo.
Voltando à fila do meio, na terceira classe, logo atrás de mim, sentava um menino que parecia um pouco mais jovem que eu, de tez bem clara, cabelos negros e olhos curiosos e desconfiados. Não o conhecia até então. Era novo na escola (pelo menos pra mim!). Tentei ter um primeiro contato com esse cara, pegando uma borracha emprestada num impulso. Ele puxou o estojo e me olhou de soslaio, desaprovando nitidamente meu ímpeto nervoso.
Não tenho certeza se ele emprestou a borracha. Acredito que sim. Mas desse momento em diante nos tornamos, num primeiro momento, companheiros inseparáveis de escola. Mais tarde, continuamos consolidando essa amizade que se estende e se fortifica através do tempo. Ao Nilo, emprestei (alguns dias após a morte de Renato Russo) o primeiro disco da Legião Urbana que comprei, o qual ele gravou numa velha k7. Em retribuição, alguns anos mais tarde, ele me ensinou que rock n' roll (assim como a vida) é também peso e acidez.
De fato, quando olho para 1996, o meu "ano da virada" (porque muita coisa mudou na minha vida dali em diante), lembro desse cara que representou um ponto de equilíbrio, o primeiro maluco realmente genial, diferenciado, que conheci.
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